A incrível história de um sabor...
Um grupo de gaijos faz uma jantarada de vez em quando. De que se fala no JOG?
Não sendo excepcional, o filme vale a pena a deslocação...
mas cuidado com a míuda...
é preciso tê-los no sitío!
"É neste constante andar no fio da navalha que reside o interesse desta arquitectura, que já não é tanto pura experiência arquitectónica, mas antes jogo intelectual. Arquitectura de arquitecturas. Arquitectura de referências. Sentimo-nos atraídos pela simplicidade provocadora das personagens e pela fingida torpeza com que se desenham os elementos. Se observarmos a violenta aparição de uma marquise quase venturiana, as exageradas quebras dos corredores, as janelas oblíquas, as convencionais carpintarías, etc., e se nos recordarmos do que foi até agora a carreira de Siza, sua virtuosa capacidade para o desenho, é preciso concluir que estamos em tempo de jogo, que Siza se recria em desenhar arquitectura com a mão esquerda. Todos sabemos que podería faze-lo com a direita, mas talvez existissem alguns que não lhe perdoariam."
Rafael Moneo sobre a extraordinária ambidestria do Siza.
Cada vez mais acredito que este vai ser um dos mais emblemáticos edifícios do Siza, senão a obra-prima... Estou só à espera do interior para me convencer totalmente! Ou talvez não...


Como já devem ter notado, gosto muito de futebol. Gosto do jogo, da sua lógica e estratégia, que combina o sentido de equipa com o talento individual, da escola de qualidades humanas que o futebol pode constituir pela vida fora.Gosto da paixão, do clubismo, das cores, dos jogadores excepcionais. E gosto de tudo no espectáculo de futebol: os estádios, as luzes, a relva, a estética, a coreografia, os sons e o ambiente. Só tenho pena, uma infinita pena, que os modernos estádios portugueses tenham posto fim àquelas fantásticas roulottes de sandes de entremeada e courato, vinho morangueiro e imperial, em benefício dos assépticos e estúpidos bares inspirados nessa sinistra invenção dos nosso tempos que são os McDonalds e afins.
Miguel Sousa Tavares em A Bola, edição de 30 de Abril de 2006
Quando, em 1977, Elvis Presley morreu, eram conhecidos 37 imitadores dele. Em 1993 existiam já pelo menos 48 000. A continuar o ritmo exponencial de crescimento, em 2010, existirão cerca de 2,5 biliões de "Elvis Impersonaters", o que significa que um terço da população mundial se vai vestir de uma forma muito estranha...
Esta estatística foi publicada em 1993, no San Francisco Chronicles.
Assim pode-se retirar a conclusão que daqui a 4 anos teremos 3 ou 4 Elvis entre os joguistas.